aquilo é aqui, nós em si.
era um dois sem pesar: um dar as mãos descontrolado, dentre todas as coisas... segurar a gente como se fosse um tufão passando. um perdoar de beijo
mesmo sem erro.
andando deitado com olhos na luz que reflete você. gosto de sentir a água. ondas.
ser dois sem deixar de ser. colocar um chapéu na cabeça e tirar. eu sempre pergunto como levantar as pernas. fomos ao trem só ouvir o barulho.
duas moças passaram e não vimos, só depois. na luz você me disse tchau e voltou. não tava nublado.
um helicóptero que não
fazia barulho nenhum. e cobrir os olhos e sentir o cheiro de gordura. e sentir o enjôo passar. morder.
os dois braços entraram no mesmo casaco. as quatro pernas enrolaram um laço. os vinte dedos fizeram uma trégua. nós
andamos até um semáforo quebrado
mas foi fácil atravessar.
um bater de
asas
ou ovos.
liguei o ventilador e desliguei a televisão
ver você outra.
coloquei o dormir em rodas e fui passando pela estrada sem relógio esperando ficar escuro, mas ainda assim gosto de ver paisagem. um-dois. esticar os cotovelos...
olho-no-olho revirado dois-em-um. aqui assim.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Depende.
Tenho dois óculos. Iguais, no âmago: dois óculos com três graus de miopia, antirreflexo, pretos, se adaptam bem ao meu rosto. Seriam diferentes em detalhes pequenos: um pouco menor, um pouco mais fino, um pouco mais retangular. O outro (mais fino) é novo: de ontem. O grau parece mais fraco. Alguma tontura. Coloquei ele de lado e ela sorri pra mim meio brava. Como se tivesse ficado puta com o fracasso, e fosse embora com as cordas, batendo o pé.
Quando foi, não fiquei surpreso. Encontraria a chave dela na porta e nenhum aviso; perdi.
O estranho seria ela não levar mais nada, só as chaves: agora sobrou, além de móveis, xampu, frigideira e livros-outros, um armário cheio de roupas. Foram inúteis: vestidos e sapatos pequenos.
Não haveria motivo para esse armário: tenho como missão futura criar sentido nessas coisas.
Sempre serei um homem de registros: desde o nascimento de meus dentes até o dia em que perderei minhas pernas, sou ativamente testemunha dos embates de forças de ação/reação que envolveriam minha vida. Um amigo que eu conhecia, certa vez, me dissera, sussurrando, a confirmação: disse-me que eu sabia, apenas: que eu sei, antes que eu o esquecesse.
Se eu conseguir, quando ela sair, já perdi a inação: quisera chorar – só serei reação. Vejo agora pelos óculos novos: jamais seriam iguais aos outros, isso será uma ilusão – foram forjados visando uma manipulação óbvia.
Que seja eu, desse jeito, ferramenta: não me ouçam, façam como se vissem acontecer.
Houve um espaço de mulher e há um armário: eu estava olhando com um olho para cada. Será dito que as coisas têm um destino: eu o forjaria, se assim é o pedido. Com as roupas vem uma responsabilidade: Alice ausente não mais as vestirá. Recebi, portanto, uma nova mulher que habitará esses panos: eu a abracei como a um fantasma – invisível ela seria. Há uma fogueira das crianças na rua – lá no fogo eu queimara os tecidos, já amanhã mais cedo, a memória deixará de flutuar – as cinzas sumiriam não tivessem o cheiro que eu sinto em fechar os olhos. Farei, então, o entrar-em-si: olhava fundo e dei os passos rumo à caixa, me entregarei impassível, seria engolido.
As roupas me abraçam – essa será minha pira funerária – me vestiam me anularam: olhem atentamente para esse desaparecimento.
Quando foi, não fiquei surpreso. Encontraria a chave dela na porta e nenhum aviso; perdi.
O estranho seria ela não levar mais nada, só as chaves: agora sobrou, além de móveis, xampu, frigideira e livros-outros, um armário cheio de roupas. Foram inúteis: vestidos e sapatos pequenos.
Não haveria motivo para esse armário: tenho como missão futura criar sentido nessas coisas.
Sempre serei um homem de registros: desde o nascimento de meus dentes até o dia em que perderei minhas pernas, sou ativamente testemunha dos embates de forças de ação/reação que envolveriam minha vida. Um amigo que eu conhecia, certa vez, me dissera, sussurrando, a confirmação: disse-me que eu sabia, apenas: que eu sei, antes que eu o esquecesse.
Se eu conseguir, quando ela sair, já perdi a inação: quisera chorar – só serei reação. Vejo agora pelos óculos novos: jamais seriam iguais aos outros, isso será uma ilusão – foram forjados visando uma manipulação óbvia.
Que seja eu, desse jeito, ferramenta: não me ouçam, façam como se vissem acontecer.
Houve um espaço de mulher e há um armário: eu estava olhando com um olho para cada. Será dito que as coisas têm um destino: eu o forjaria, se assim é o pedido. Com as roupas vem uma responsabilidade: Alice ausente não mais as vestirá. Recebi, portanto, uma nova mulher que habitará esses panos: eu a abracei como a um fantasma – invisível ela seria. Há uma fogueira das crianças na rua – lá no fogo eu queimara os tecidos, já amanhã mais cedo, a memória deixará de flutuar – as cinzas sumiriam não tivessem o cheiro que eu sinto em fechar os olhos. Farei, então, o entrar-em-si: olhava fundo e dei os passos rumo à caixa, me entregarei impassível, seria engolido.
As roupas me abraçam – essa será minha pira funerária – me vestiam me anularam: olhem atentamente para esse desaparecimento.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
travellogue part 1: febril
Agir: correu atrás dela e pediu desculpas. Ela sorriu, sempre sorria. Explica-se: ele hércules vinte cinco arquiteto formado entediado viajou semana passada pra casa da avó com tios e jogou sinuca só duas vezes e perdeu sempre e talvez esteja ficando careca, sexo tímido ela carla vinte cinco arquiteta formada feliz ativa foi pra santa catarina de carona surfar bêbada, sexo agressivo com perna que finge que treme.
Abraços, coisa e tal: o volume de dois corpos, quando abraçados, diminui em média 36%; nenhum filósofo ainda explicou racionalmente o significado disso (que tenha chegado ao meu conhecimento). De mãos dadas, Hércules com calças largas (gordos nunca emagrecem), se beijam de leve [vista do helicóptero, suave trêmulo, se aproximando e circulando, umaproximação] e entram na pirâmide de pernas trançadas em sincronia.
DISCLAIMER: semana que vem, na rue de la campaigne, ocorrerá a Grande FestAnacrônica, onde todos vamos dançar o mambo e fazer sexo britânico. Se eu fosse você eu iria, hein (há a sempre rara chance de encontrar a Mme. Decante - sim, aquela da história extremamente lúdica: moça pobre encontra um cachorro e se tornam únicos amigos e conselheiros da vida, vivendo na rua após terem deixado o leito familiar; em uma noite de trovoadas, enquanto Dr. Frankenstein engole raios, o pobre quadrúpede (ou algum análogo thessáurico qualquer), atordoado por um sonho ruim, esgueira seu focinho monocromático à procura de conforto e acaba acolchoando-se em Isabelle, pré-Mme, que, também sonhando, retribui o contato e acaba Amando-O, amém; o ato é visto por algum passante qualquer (O Rei), que, maravilhado, despeja sobre a já Mme. uma centena de dobrões e a torna outra mulher - o pobre viralata Félix muda de vida e torna-se logo um limpo e belo dogue alemão, sabe-se lá porqual processo, e você pode conhecer essa bela, possuidora do melhor hálito desse lado do planeta Mme. Decante caso vá à festa) bebida de graça.
Continuando: as catacumbas piramidais têm paredes que cheiram a agridoce, fato pouco conhecido. Hércules se aproxima [subjetivamente aos seus olhos] com seu nariz hebreu e aspira a História - Carla suspira percebendo a irreversibilidade do que não pode ser corrigido e beija seu pescoço.
Agora é que vem o pulo do gato: Hércules, como bom homem de bem, possui pudorentas cócegas católicas em todas suas zonas erógenas, principalmente o pescoço, e salta instantaneamente gritando IAU!!!! - exatamente o código esperado pela tumba amarelada: as paredes se movem [acompanhadas de sons de roldanas enferrujadas - pesquisar] intrincadamente e labirínticas destruindo a unidade e os caminhos e o ar parece ser sugado, não há ar para ambos, eles se beijam tentando sugar qualquer vestígio, e então VUSH, entra o vapor e com ele um bando - três [vistas de longe, se aproximando lentamente enquanto elas se aproximam, closes nas bandagens e nas feridas] - de múmias úmidas, mãos purulentas, o hálito explosivo atravessando quilômetros. não há necessidade nenhuma de maiúscula para uma frase dessas:
só um dos dois sobreviveu. continuemos.
Abraços, coisa e tal: o volume de dois corpos, quando abraçados, diminui em média 36%; nenhum filósofo ainda explicou racionalmente o significado disso (que tenha chegado ao meu conhecimento). De mãos dadas, Hércules com calças largas (gordos nunca emagrecem), se beijam de leve [vista do helicóptero, suave trêmulo, se aproximando e circulando, umaproximação] e entram na pirâmide de pernas trançadas em sincronia.
DISCLAIMER: semana que vem, na rue de la campaigne, ocorrerá a Grande FestAnacrônica, onde todos vamos dançar o mambo e fazer sexo britânico. Se eu fosse você eu iria, hein (há a sempre rara chance de encontrar a Mme. Decante - sim, aquela da história extremamente lúdica: moça pobre encontra um cachorro e se tornam únicos amigos e conselheiros da vida, vivendo na rua após terem deixado o leito familiar; em uma noite de trovoadas, enquanto Dr. Frankenstein engole raios, o pobre quadrúpede (ou algum análogo thessáurico qualquer), atordoado por um sonho ruim, esgueira seu focinho monocromático à procura de conforto e acaba acolchoando-se em Isabelle, pré-Mme, que, também sonhando, retribui o contato e acaba Amando-O, amém; o ato é visto por algum passante qualquer (O Rei), que, maravilhado, despeja sobre a já Mme. uma centena de dobrões e a torna outra mulher - o pobre viralata Félix muda de vida e torna-se logo um limpo e belo dogue alemão, sabe-se lá porqual processo, e você pode conhecer essa bela, possuidora do melhor hálito desse lado do planeta Mme. Decante caso vá à festa) bebida de graça.
Continuando: as catacumbas piramidais têm paredes que cheiram a agridoce, fato pouco conhecido. Hércules se aproxima [subjetivamente aos seus olhos] com seu nariz hebreu e aspira a História - Carla suspira percebendo a irreversibilidade do que não pode ser corrigido e beija seu pescoço.
Agora é que vem o pulo do gato: Hércules, como bom homem de bem, possui pudorentas cócegas católicas em todas suas zonas erógenas, principalmente o pescoço, e salta instantaneamente gritando IAU!!!! - exatamente o código esperado pela tumba amarelada: as paredes se movem [acompanhadas de sons de roldanas enferrujadas - pesquisar] intrincadamente e labirínticas destruindo a unidade e os caminhos e o ar parece ser sugado, não há ar para ambos, eles se beijam tentando sugar qualquer vestígio, e então VUSH, entra o vapor e com ele um bando - três [vistas de longe, se aproximando lentamente enquanto elas se aproximam, closes nas bandagens e nas feridas] - de múmias úmidas, mãos purulentas, o hálito explosivo atravessando quilômetros. não há necessidade nenhuma de maiúscula para uma frase dessas:
só um dos dois sobreviveu. continuemos.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
segunda-feira, 30 de março de 2009
brasil
Furacãoneava, girando o meu pescoço em uma pergunta - coisa de cinco mil anos que continuava a pairar depois de cinco segundos de silêncio: 'Vem comigo ou não?'.
Era logicamente linda - me sinto até mal falando. Perguntou sem drama - um sapato amarrado e o outro não, de moletom, cabelo molhado. Perdido em detalhe: a água escorrendo do cabelo pro chão, gotàgota, ela com a mão na cabeça distraída. Não disse nada, só olhou pra mim com mais força - engasguei. Falar disso é por si só estragar a surpresa - tudo e tudo no modo como eu conto isso já indica o decorrer das coisas etc - e é ruim, cinema na minha cabeça reprisando enquanto eu digito - mas parece que é obrigação, correto, necessário - não esquece nunca, isso, agora, promete, eu prometo abraçando com tanta força que é como se meu corpo fosse derreter - e então eu digo que o que eu disse e isso é verdade mesmo porque contar isso não é literatura nem mesmo terapia é só natureza eu digo que o que eu disse foi 'Mesmo?' enquanto eu tentava - inútil, eu já sabia que não adiantava tentar e que nem sabia mais o que fazer nem o que saber e já tremiazava mesmo que não tremesse - reconstituir e entender, como se ela fosse um quebracabeça e não uma mulher.
Era logicamente linda - me sinto até mal falando. Perguntou sem drama - um sapato amarrado e o outro não, de moletom, cabelo molhado. Perdido em detalhe: a água escorrendo do cabelo pro chão, gotàgota, ela com a mão na cabeça distraída. Não disse nada, só olhou pra mim com mais força - engasguei. Falar disso é por si só estragar a surpresa - tudo e tudo no modo como eu conto isso já indica o decorrer das coisas etc - e é ruim, cinema na minha cabeça reprisando enquanto eu digito - mas parece que é obrigação, correto, necessário - não esquece nunca, isso, agora, promete, eu prometo abraçando com tanta força que é como se meu corpo fosse derreter - e então eu digo que o que eu disse e isso é verdade mesmo porque contar isso não é literatura nem mesmo terapia é só natureza eu digo que o que eu disse foi 'Mesmo?' enquanto eu tentava - inútil, eu já sabia que não adiantava tentar e que nem sabia mais o que fazer nem o que saber e já tremiazava mesmo que não tremesse - reconstituir e entender, como se ela fosse um quebracabeça e não uma mulher.
~
Ela obviamente sorriu - foi quando mais quis chorar ou saltar na direção dela e fugir para a Áustria, pro castelo do meu tio que há tantos anos vazio sem uso agora uma salvação deus ex machina habeas corpus carpe diem amém só fumaça - e não respondeu, não objetivamente, não se responde a perguntas capciosas como essa, ao mesmo tempo infinitamente dúbias e infinitamente retóricas - discursar é falar pouco, ela sabia disso, eu era só instinto, os piores possíveis. 'Era sério?' eu 'Era' ela. Segurei a mão como pude, a pele quente, não sei porque, sempre mais quente que a minha. 'Eu não posso' 'Tudo bem' 'Mesmo?' 'Lógico' '...' 'Você vai ficar bem?' 'Não' 'Desculpa... Eu não posso fazer nada' 'Não sorri assim' 'Queria que eu ficasse triste?' 'Queria que você não fizesse isso' 'Tenta ficar bem?' 'Pára de ficar calma assim! E você, vai ficar bem, porra?' 'Claro que vou' 'Claro que não!' 'Vou sim' abracei e soltei em um segundo. Surpresei: ela veio pra perto e me beijou, bem perto, sem fôlego, pensei em segurar e não soltar e ela soltou. Toque de leve no seio, um teste - sorrir rápido - logo o bote, o XY ataca, no chão, triste, triste, muito triste, sangue e lágrima, lamber desesperado - ela meio resignada, não sei se gostando ou caridosa. Beijalguns e levanta - 'Preciso mesmo', antecipa, eu sufoco. Exita-se sem dizer mais nada, me calo seminu.
~
Setecentos mil votos, sucesso - proponho a anistia pòsmortem no primeiro dia, fico sozinho no prédio lotado só ela.Engulo em seco a manchete - hotel fazenda explode em atentado de anarcossindicalistas, trinta vítimas e uma mártir. Termino o café cedo.
~
segunda-feira, 16 de março de 2009
fatos reais
dinossauro-mamute
(uh ah uh)
(uh ah uh)
Mariana, Angelina Jolie digital: dez anos, pura, perfeita, halogênica. Trancada no quarto com papai militar, a PF/BOPE/SWAT/INTERPOL esmurra mastodôntica o umbral de cartolina. Papai lambe esmurra rasga cospe mete; risinhos, não, gritos. Salto futuro: que horror, meu deus!, nunca vi nada pior; os olhos de John Smith, serial producer brilhanzinhos - volta! Mariana foge em slowmo - machadada impeditiva, seu crânio esmigalha 1! 2! 3! ; o cérebro gelatinoso vazando (pitching vitorioso - valores de produção e apelo emocional) pinga pinga pinga. Carabrundunguns! papai explode, final feliz, corta!, recorde de arrecadação - todos bebem felizes na barriga do monstro.
segunda-feira, 2 de março de 2009
paraeles toque
e dar as. Não não não as unhas não se cravam isso dói deve ser toque unhas são mortas só a pele é quente e faz você sentir a outra pessoa perto de você em você aqui e as veias pulsando sangue e o sangue evaporando trogloditamente invisivelmente narcisisticamente em um vai e vem, tou de boa, não quero sangue não quero longe frio vazio sem sem sem sem sem três pausas e o trinco na porta olho desconfiado de vampiro urubuzaico dizendo fiquelongeporfavor e ele vai embora carteiro mórmon porteiro pizza pai mãe professor mecânico estendendo sempre a ponta dos dedos e retração, estratégia de arte cor.
grito grito pausa grito pausa grito grito grito grito pausa pausa pausa pausa pausa. pausa. pausa P A U S A página trintaenove o telefone enrouquece abaixa a cabeça suor na ponta do lençol esticado um gole talvez de gosto-sal e eu quero um soco dentro de você e as entranhas se sacudindo eu engulo seu corpo todo quando posso quando podia quando pudesse quando poderia se houvesse quando quando nunca quando quando?, rastejei assim lá fora mas porta e outra porta eu grito esbarnecendo cantilongando tresborferindo atriganjendo até que chão dedo esticado olhofecha reabre algumatela susrespiro estatelo sob-revivo mais tarde a campainha simplesmente não mais há
o espaço vazio de três mil pessoas gargarejando em cabines dança na sua cabeça sem parar e você só pode perguntar a papai qual é a mesada agora, e ele te paga em iens, depositados no banco de outro bairro, trinta maços, um tanque ou um taco
grito grito pausa grito pausa grito grito grito grito pausa pausa pausa pausa pausa. pausa. pausa P A U S A página trintaenove o telefone enrouquece abaixa a cabeça suor na ponta do lençol esticado um gole talvez de gosto-sal e eu quero um soco dentro de você e as entranhas se sacudindo eu engulo seu corpo todo quando posso quando podia quando pudesse quando poderia se houvesse quando quando nunca quando quando?, rastejei assim lá fora mas porta e outra porta eu grito esbarnecendo cantilongando tresborferindo atriganjendo até que chão dedo esticado olhofecha reabre algumatela susrespiro estatelo sob-revivo mais tarde a campainha simplesmente não mais há
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